Os mutirões
de cirurgias eletivas da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) realizaram,
durante os meses de setembro e outubro, 1180 cirurgias, em 17 hospitais do
Piauí. A meta é realizar cinco mil procedimentos até dezembro de 2019.
As quatro
macrorregiões de saúde do estado estão sendo contempladas, como explica a
diretora de Unidade de Descentralização e Organização Hospitalar da Sesapi,
Joselma Oliveira. “Estão sendo realizadas cirurgias gerais e pediátricas em 17
unidades hospitalares do estado, o que está ajudando a desafogar a fila de
espera”, lembra a gestora.
![]() |
| Equipe no Heda em Parnaíba/Imagem: Heda |
Entre as
unidades de saúde, o Hospital Regional Chagas Rodrigues, em Piripiri, é o que
vem ganhando destaque por reduzir o tempo de espera por um procedimento. “Desde
16 de setembro de 2019 esse hospital realiza procedimentos cirúrgicos eletivos
em regime de mutirão e já totalizou aproximadamente 213 cirurgias em 50 dias.
Ressalta-se que a unidade hospitalar não havia sido contemplada em mutirões
anteriores”, afirmou Joselma Oliveira.
Os mutirões de cirurgias eletivas estão dentro da estratégia de ampliação do acesso aos procedimentos cirúrgicos eletivos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem como objetivo desafogar os hospitais da capital e trazer mais comodidade para os pacientes.
No último fim de semana, foram realizados mais de cem procedimentos pediátricos e de cirurgia geral no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em Parnaíba; Hospital Estadual Gerson Castelo Branco, em Luzilândia; Hospital Regional Chagas Rodrigues, em Piripiri; Hospital Regional de Campo Maior; Hospital Regional Deolindo Couto, em Oeiras; Hospital Regional Eustáquio Portela, em Valença; e Hospital Estadual Dr. João Pacheco Cavalcante, em Corrente.
As especialidades médicas contempladas por critério de prioridade são cirurgia geral e pediátrica. Dentre os procedimentos mais comuns estão as herrnioplastias; colecistectmias; exerese de cisto/tumor; hemorroidectomias; postectomias; vasectomias; laqueaduras, etc.
Os critérios
de acesso são os da regulação de pacientes e a fila de espera tendo prioridade
os usuários com maior tempo em fila e em condições hábeis para realização do
procedimento cirúrgico após nova avaliação.
Fonte: Meio Norte
